A versão 4 é puro acaso
Um UUID v4 são 122 bits aleatórios, com seis reservados para marcar versão e variante. Nada nele codifica a hora ou a máquina — e é justamente por isso que dois sistemas podem emiti-los por conta própria sem combinar nada.
Por que colisão não é preocupação
Com 122 bits aleatórios, seriam necessários cerca de um bilhão de UUIDs por segundo durante um século para que uma repetição ficasse provável. O acaso aqui vem do gerador criptográfico do navegador, não do Math.random.
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Perguntas frequentes
Q. Dá para usar como chave de banco de dados?
Dá, embora chaves aleatórias espalhem as escritas pelo índice. Se a taxa de inserção importa, olhe UUIDv7 ou algum esquema ordenável.
Q. Maiúsculas fazem diferença?
Não. UUIDs não diferenciam maiúsculas; minúsculo é a forma convencional e o que a maioria das bibliotecas produz.
Q. De onde vem a aleatoriedade?
De crypto.getRandomValues no navegador — a mesma fonte usada para chaves criptográficas, não o Math.random mais fraco.