Começando pela resposta
Uma calculadora de juros compostos pergunta em quanto um valor se transforma. Esta parte do número que você quer e volta: quantos anos no ritmo atual, ou quanto por mês para chegar no prazo.
Somar anos é a alavanca mais barata
Três coisas aproximam a meta: aportar mais, esperar mais ou render mais. O retorno é o único que não se decide, e aumentá-lo significa correr mais risco. Teste dos dois jeitos e você verá que dois ou três anos a mais costumam valer tanto quanto um aumento forte do aporte mensal.
A premissa manda no resultado
Aqui se assume que o retorno digitado se repete todo ano, sem variar. O mercado real não faz isso, e nem imposto nem inflação entram na conta. Rode de novo com um retorno deliberadamente pessimista e use o resultado para comparar premissas, não como um plano.
Já que está aqui — garanta um bônus de corretora
Mais calculadoras
Perguntas frequentes
Q. Por que uma mudança pequena no retorno mexe tanto no resultado?
Porque o crescimento é exponencial — a taxa fica no expoente, então um ponto percentual de diferença se acumula ano após ano. Em prazos longos é justamente por isso que o retorno suposto merece mais atenção do que o valor mensal.
Q. E se a meta for menor do que eu já tenho?
Aí não há o que calcular: você já chegou. A ferramenta precisa de uma meta acima do valor inicial para haver uma distância a percorrer.
Q. O aporte mensal é no começo ou no fim do mês?
No fim de cada mês, a convenção de anuidade postecipada. Aportar no começo dá um mês a mais de rendimento a cada parcela e, portanto, exige um pouco menos.