O contrato
A moeda é a que você digitar. Taxa fixa, sem amortização antecipada.
Três formas de devolver a mesma dívida
Na Tabela Price a parcela é igual todo mês: no começo quase tudo é juro, no fim quase tudo amortização. No SAC você amortiza uma fatia fixa do principal mais os juros do saldo — a primeira parcela é a mais pesada e as seguintes vão caindo. No sistema americano pagam-se só os juros, e o principal inteiro vence de uma vez no fim.
O juro total segue a velocidade do principal
Juros correm sobre o saldo devedor, então o sistema que derruba o saldo mais rápido — o SAC — é o mais barato, e o americano, em que o saldo não se move, o mais caro: no mesmo contrato, quase exatamente o dobro do SAC. A Price fica no meio.
A troca é peso inicial contra custo total
O SAC é o mais barato mas abre com a maior parcela. A Price compra uma parcela fixa e previsível por um pouco mais de juros. O americano compra os meses mais leves ao maior custo total, com um paredão de pagamento no fim. Escolha pelo que o seu caixa aguenta, não pelo menor total.
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Perguntas frequentes
Q. Por que o SAC paga menos juros?
O saldo começa a cair em velocidade máxima desde o primeiro mês, então cada mês seguinte cobra juros sobre um número menor. Ao longo do prazo você paga juros sobre mais ou menos metade do principal; o americano paga sobre o principal inteiro o tempo todo.
Q. Por que minha parcela na Price é quase só juros no começo?
O juro incide sobre o saldo devedor, que é máximo na largada. Como a parcela é fixa, o que o juro não come vira amortização — uma fatia que cresce mês a mês conforme o saldo cai.
Q. Quando o sistema americano faz sentido?
Quando o principal vai sair de verdade de outro lugar: a venda de um imóvel, uma aplicação que vence, uma ponte até lá. Como jeito de baixar a parcela é a opção mais cara que existe — e o principal inteiro continua esperando no fim.